Mais um gauche no mundo

Mastodontes na sala de espera, terceiro livro de Bruno Brum, carrega em si algumas heranças do modernismo que Antonio Candido chamava de heróico, ao discutir temáticas e procedimentos contemporâneos. Esta coletânea mostra uma carpintaria poética que dialoga com a visualidade gráfica. Parte de uma fonte concreta, a materialidade da palavra e do desenho gráfico que insinua significados em relação ao espaço que ocupa na folha em branco e na vida. A poesia, aí, define-se enquanto experiência de construção de sentidos e pesquisa de linguagens que possam favorecer a expressão.

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(Crítica de Vilma Costa, publicada no jornal Rascunho, de Curitiba-PR.)

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