Mastodontes na sala de espera

Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2010

Ed. Crisálida, 2011

Formato: 14x21cm

Páginas: 96

Capa: Bruno Brum

Valor: R$24,00 (frete incluído)

Envio para todo o Brasil: bn.brum@gmail.com

* * *

O que já foi dito sobre o livro:

 

“O melhor livro de poemas que li nos últimos tempos é o Mastodontes na sala de espera, do mineiro Bruno Brum. Recomendo com força total.”

Joca Reiners Terron (escritor e designer gráfico)

 

“Quis o acaso que eu lesse o magnífico livro de Bruno Brum, Mastodontes na sala de espera, no primeiro dia do ano. Presságio de que será um ano de ótimos poemas. ”

Chacal (poeta)

 

: Mastodontes na sala de espera, do Bruno Brum, é um dos meus livros de poesia preferidos: (de todos os tempos):

Fabiano Calixto (escritor e editor)

 

“‘Bruno Brum em ritmo de aventura’ é sensacional. Me fez rir muito. Grande sacada!”

Fabrício Corsaletti (escritor)

 

“Composições verbais, cenas aparentemente banais: casuais, como intervenções no imaginário do real possível, mas produtos da invenção ou do acaso. Mastodontes na sala, incômodos, visíveis para quem não quer ver, invisíveis para quem pretende entender além do instantâneo, do registro poético: ‘Isso ainda não nos leva a nada.’ Leva, já se foi.”

Antônio Miranda (professor UnB)

 

“E, para falar de um novo autor, indico idem o livro de poesias Mastodontes na sala de espera, que o mineiro Bruno Brum acaba de lançar pela Editora Crisálida. É o segundo (sic) livro do cabra! Digo, amigos: bem bom esse Brum. Guardem este nome. Poeta que escreve versos/cenas como ‘nenhuma rodoviária é feliz’. Eta danado!”

Marcelino Freire (escritor)

 

“Fiquem atentos: este livro é de marcar época.”

Leo Gonçalves (poeta e tradutor)

 

“Desde sábado eu tenho andado com um mastodonte na bolsa. Ele não é muito pesado, embora às vezes seja alegre de um jeito meio triste, às vezes irônico de um jeito meio terno, ou pop de um jeito meio lírico. Como o elefante do Drummond, o mastodonte é feito de pedaços e colagens, cortes e ecos, sobras e restos. Recolhe coisas do mundo, deste mundo ‘enfastiado’ que, como disse o poeta do elefante, ‘já não crê nos bichos/ e duvida das coisas’. O mastodonte sabe que este mundo não é seu, mas ‘dos anjos transformistas,/ das crianças selvagens/ e dos cachorros mancos’. Por isso anota atentamente o breve recado das moscas. E pede ‘a Deus/ todas as manhãs/ pelos aviões/ que não têm lar’. Eu ri muito, baixinho, em companhia do mastodonte. E depois de lê-lo todo, anotei, ao final do divertido poema-cronologia que o encerra: ‘2011 – Bruno Brum fabrica um mastodonte com máximo recurso ao mínimo’.”

Ana Martins Marques (poeta)

 

“Avaliado o material com que se faz o livro, passamos ao material com que se faz poesia. Aí a coisa pega. Pega no primeiro poema. No segundo, no terceiro. E vai pegando. Um Vik Muniz catando material na rua e transformando em arte. O cara faz poesia com frango assado, a que ponto chegamos! E o leitor precisa dar um ‘stop’, até para  (tentar) refletir sobre o que leu, mas o controle não funciona, são as páginas que vão nos passando, não devia ser o contrário?”

Francisco de Morais Mendes (escritor)

 

“Brum faz referências a Roberto Carlos, filmes de faroeste, Os Trapalhões, Mara Maravilha. Brinca com o universo kitsch (sua pop art). Desta maneira, diverte, provoca o riso. Poesia despojada, brincalhona, mas que revela um olhar arguto sobre as coisas em movimento. Poesia que oculta, feito um bom design de livro faz, a beleza de sua arquitetura.”

Anízio Vianna (poeta, músico e professor)

 

“O novo livro de Bruno não se presta a facilidades, mas ao mesmo tempo não quer fechar-se dentro de uma proposta hermética, especializada; em poucas palavras, eu diria que Bruno não escreve segundo os bons modos da escrita literária.”

Victor da Rosa (crítico literário)

 

Lançamento em Belo Horizonte (Scriptum Livraria, 01/10/2011)

 

Lançamento em São Paulo (Centro Cultural b_arco, 19/10/2011)

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2 respostas para Mastodontes na sala de espera

  1. Antonio Lazzuli disse:

    BRUNO BOOOM! gostei mastodonticamente do seu livro. O cameraman só pensa em voltar para casa é uma delicadeza só. e é legal isso delicadezas mescladas com pancadas fortes. bom mesmo!

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