Certas coisas me mantêm vivo
Novembro 12, 2009, 10:27 pm
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A pergunta é: o que leva alguém a fazer isso?
3 Comentários
Ressonâncias
Setembro 14, 2009, 6:33 pm
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Así, la idea de influencia, incluso la de precursor, están puestas en entredicho, aunque no a través de un desarrollo argumental. El guiso de las influencias en el limbo de la literarura parece ser todavía más impreciso y fatal que en el mundo de los tiempos sucesivos. Estamos en el país de las escrituras simultáneas, o sea las lecturas. El sujeto que está detrás de cada libro y cuyo nombre autoriza las páginas interiores ignora lo que vino después. Esa ignorancia habla también hacia el futuro, porque los muestra, a los autores, huérfanos de aquello que para nosotros es obvio y nos pertenece, y por otra aprte es natural que nos pertenezca.
Esta dimensión melancólica y trágica no es el último mérito del poema de Brum. También hay que reconocerle que funcione como un réquiem irónico a la confianza que depositamos en la memoria y en la historia literarias.
El angu es un guiso con tapioca o maíz que proviene de la comida esclavista. El angu del título, claro, también alude a la famosa tesis de Harold Bloom, la angustia de las influencias, con la cual parece dialogar en primer lugar. El carácter enumerativo del poema es solidario con el título y refiere también a la idea de elementos mezclados y revueltos. (No otra cosa es la historia literaria para Borges.)
[Trecho do texto Angustias silenciosas, em que Sergio Chejfec traça paralelos entre algumas ideias de J. L. Borges acerca da relação do escritor com seus precursores e o meu poema Angu da influência, presente no livro Cada (2007). Confira no seu blogue: Parábola anterior.]
Festival de música inexistente
Setembro 12, 2009, 3:07 pm
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Com as bandas:
Canastra Real – Roberto cover
Malt 90 – Rock dos anos 80
Barbies barbadas – Indie
Iê-iê-Iemanjá – Afrorock
Hey mom, uncle Barney is burning – Progressivo
Revista de Autofagia
Setembro 9, 2009, 3:24 pm
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No dia 10 de setembro de 2009 (quinta-feira) a partir das 20h acontece o tão aguardado lançamento dos números 2 e 3 da Revista Autofagia. O evento será no Auditório da Escola Guignard, em Belo Horizonte – Brasil.
Haverá uma mesa de debates com os editores Makely Ka e Bruno Brum falando sobre o processo de edição da revista. Logo após o debates serão exibidos vídeos e acontecerá um sarau com performance de Leo Gonçalves e Benjamim Abras, projeção de imagens de Marcelo Terça-Nada, leitura de poemas por Sérgio Fantini e outros colaboradores da revista. Todos os presentes estão convidados a participar da festa-sarau.
Release Lançamento – Revista de Autofagia 2 e 3
A Revista de Autofagia é um projeto desenvolvido desde 2004 por Makely Ka e Bruno Brum. Na sua terceira edição, a publicação que reúne poesia, fotografia, artes gráficas, música, tradução, ensaio, cartum e uma variedade de outras manifestações artísticas conta já com um time de mais de cinquenta colaboradores de todo o país.
Referência no mercado editorial brasileiro, onde as raras publicações do gênero não costumam passar da primeira edição, a Revista de Autofagia vem colhendo elogios tanto de escritores consagrados como de novos criadores que buscam nela um espaço para a divulgação de seus trabalhos.
Com um projeto gráfico arrojado e um cuidado editorial que lhe garantem um lugar na estante – ao contrário da maioria das revistas que vai para o cesto – ela tem propositadamente uma periodicidade irregular, o que confere à publicação um charme adicional, gerando expectativa e especulações sobre as próximas edições.
O primeiro número foi publicado em maio de 2006. Os números 2 e 3 estão sendo publicados agora.
Conteúdo
O número dois da revista tem dossiê com o poeta Renato Negrão, desenhos de Sandro Saraiva, colagens de Vítor Martins Leal, poemas de Elisa Andrade Buzzo, Bruno Brum, Bernardo Amorim, conto de Hans Henny Jahnn traduzido por Marcus Tulius Franco Morais, entrevista com Pablo Capilé, Ahmad Jarrah e Lenissa Lenza do Espaço Cubo.
O terceiro número traz poemas de Allen Ginsberg traduzidos por Leo Gonçalves, Kenneth Rexroth e Bill Knott traduzidos por Reuben da Cunha Rocha, um dossiê com o escritor Sérgio Fantini, poemas de Micheliny Verunshck, Joca Reiners Terron, Júlia Studart, Manoel Ricardo de Lima, Mônica de Aquino, Paulo Scott, Guilherme Rodrigues, Fabrício Marques, Letícia Féres, litogravuras de Marcelo Terça-nada!, ensaio de Fernanda Salvo, conto de Jorge Rocha.
Revista de Autofagia 3
Revista de Autofagia 2
O beijo da mulher aranha
Agosto 28, 2009, 2:23 pm
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Não sei por que, quando criança, considerava “exótico” sinônimo de “erótico”. Por algum estranho motivo, acreditava também que todo filme de “drama” fosse, necessariamente, pornô.
E daí?
Agosto 21, 2009, 2:20 pm
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Você está vendo estas pessoas que você está vendo? Você não está vendo.
O que se faz
Agosto 16, 2009, 9:05 am
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Existem, no meio artístico, pessoas que comemoram o fato de viverem do que fazem. Méritos à parte, esses não me despertam nenhuma comoção. Fico mesmo espantado é com aqueles que conseguem viver do que não fazem.
A Burrice
Agosto 11, 2009, 5:03 pm
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Murilo Mendes:
A coisa mais bem repartida do mundo é a burrice.
Tom Zé:
Em diversas cores / Em vários sabores / A burrice está na mesa
Arnaldo Antunes:
Burrice travestida de citações
Pontos de vista
Agosto 7, 2009, 12:45 pm
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Me lembro de um bate-papo realizado ano passado no LIRA, em que a certa altura Manoel Ricardo de Lima argumentava que “Para Borges, viajamos sempre para a mesma cidade…”, no que foi imediatamente interrompido por Sérgio Fantini: “Claro, porra, Borges era cego!“
Sobre Poesia
Agosto 7, 2009, 10:25 am
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